Em 2025, o Aeroporto Internacional de Fortaleza Pinto Martins a maior movimentação de cargas de sua história. Foram processadas no total, 49.425,8 toneladas no Terminal de Cargas, isso contando com volumes domésticos e internacionais, conforme dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O terminal cearense encerrou o ano na oitava posição no ranking nacional de cargas, com o resultado, superando aeroportos como Aeroporto Internacional de Salvador e Aeroporto Internacional de Confins. No que diz respeito às cargas internacionais, Fortaleza aparece na quinta colocação no Brasil.
Já em termos de movimento, foram destinadas ao mercado externo ou tiveram origem internacional, 11.527 toneladas, o que representa 23% do volume geral. Em relação a 2024, o segmento internacional cresceu 13,54%. As exportações somaram 8.394 toneladas, enquanto as importações ficaram em 3.133 toneladas.

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- Confira o ranking de movimentação de cargas em 2025 (toneladas)
- Aeroporto Internacional de Guarulhos: 694.876,6
- Aeroporto Internacional de Viracopos: 294.590,4
- Aeroporto Internacional de Manaus: 130.568,3
- Aeroporto Internacional do Galeão: 103.647,7
- Aeroporto Internacional de Brasília: 63.531,6
- Aeroporto Internacional do Recife: 59.463,2
- Aeroporto de Congonhas: 51.312,2
- Aeroporto Internacional de Fortaleza Pinto Martins: 49.425,8
- Aeroporto Internacional de Confins: 40.529,3
- Aeroporto Internacional de Salvador: 34.107,5
A capital cearense ficou apenas 3,8% atrás de Congonhas e apresentou crescimento de 3,7% na comparação com 2024. A diferença no volume total em relação ao Recife é de aproximadamente 20%.
Atribui-se principalmente ao desempenho, o fortalecimento das operações logísticas e o aumento do fluxo de grandes empresas de comércio eletrônico a exemplo do Mercado Livre, Amazon, Magazine Luiza e Correios, além da ampliação das rotas operadas por companhias aéreas.
Levando em consideração o cenário internacional, 89% das cargas processadas têm origem ou destino na Europa, colocando Fortaleza entre os quatro principais aeroportos brasileiros nesse segmento. O setor prevê um novo avanço em 2026, impulsionado pelo aumento de frequências internacionais e pela expansão de centros logísticos na área próxima ao terminal.

